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Levantamento realizado pelo IHF (Instituto Herdeiros do Futuro), entidade que realiza trabalho social com crianças vítimas de agressões domésticas em São Paulo, e já efetuou mais de 500 atendimentos, revelou que 50% das famílias chegam ao IHF por problemas relacionados a casos de violência sexual, e os outros 50% à violência física. Ainda, aponta que mais de 90% dos casos de violência doméstica atendidos pela entidade foram provocados por pais que sofreram algum tipo de agressão na infância. "Cada caso demanda uma grande quantidade de sessões, ou seja, para ter resultados é necessário um acompanhamento contínuo por parte do instituto", afirma Wagner Odri, presidente do IHF.
O atendimento clínico psicoterápico é a base do trabalho desenvolvido pelo instituto, envolvendo a criança, vítima de violência doméstica, e seus familiares. Se o tratamento não for adequado, uma criança que sofre ou sofreu violência doméstica pode ficar com seqüelas para o resto da vida. Poderão surgir problemas sérios de comportamento como dificuldade em estabelecer vínculos de confiança e relações estáveis com outras pessoas. "Nosso principal objetivo é resgatar a cidadania a partir do cuidado com a saúde-mental e o bem estar social das pessoas impossibilitadas de custear tratamento", afirma Rosemary Naomi, uma das idealizadoras do IHF e psicóloga responsável pelo atendimento clínico.
Os pacientes são atendidos em horários que não comprometam suas obrigações escolares. "Pretendemos auxiliar as famílias para que passem para seus filhos uma nova forma de se relacionar, em que o afeto e o carinho possam fazer parte de seus lares", acredita Cinthia Carvalho, que também participou da criação do IHF e é responsável pelo acolhimento das crianças e atendimento inicial.
Para entrevistas com os membros da equipe do IHF, ou solicitar outras informações sobre o Instituto, entre em contato com a RAF Comunicação, pelo telefone (11) 5573-8916, com Karla (karla@raf.com.br) ou Nanci (nanci@raf.com.br).
Rosemary Naomi Setokushi Ferreira é bacharela em Psicologia pela PUC-SP, formada em 1998 com cursos de Aprimoramento Clínico em Psicoterapia Psicanalítica Infantil (Ludoterapia) - Clínica Anna Maria Poppovic - PUC - SP e Elaboração de Projetos Sociais / Técnica Européia: Marco Lógico - Polis Consultoria. E já trabalhou no Projeto Sentinela - Programa Cuidar Sul, Casa Criança Esperança, Sociedade dos Consultores, APPI - Instituto de Atendimento e Pesquisa Psicológica da Infância e na Casa Criança Esperança.
Cinthia Carvalho é bacharela em Serviço Social pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Trabalhou no SERVIÇO SOS CRIANÇA, Recâmbios de adolescentes, Febem, Setor de Desaparecidos, Trabalho voluntário Associação de Moradores de Costa Dourada BA, Programa Cuidar Sul , entre 12/06/2004 e 15/06/2005, prestando atendimento a crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual e violência doméstica, bem como a seus familiares e a abusadores encaminhados pela Vara da Infância de Santo Amaro, busca de recursos solicitados pelos usuários e encaminhamento para outras instituições das áreas da saúde, educação e trabalho.
RAF Comunicação Assessoria de Imprensa Tel: 55-11- 5573-8916 www.raf.com.br
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