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Com um novo ciclo de alta dos juros básicos, anunciado pelo Banco Central em abril, a terceirização de frotas (locação corporativa) ganhará importância ainda maior na área de serviços e poderá aumentar em até 20% o volume de negócios até o final do ano.
Esta é a avaliação da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis), cujos estudos comparativos entre manutenção de frota própria e terceirização apontam para uma economia média de 25% do desembolso final por parte das empresas, ao final de 24 meses após o início da locação (os estudos estão no portal da entidade na internet - www.abla.com.br -, e permitem, inclusive, que os interessados façam simulações de terceirização de frotas).
"A opção pela terceirização é muito convidativa nesse momento para empresas interessadas em levantar seu capital de giro, ao se desfazerem de um ativo que, na maioria das vezes, não está diretamente relacionado à atividade-fim da companhia e obter, com isso, mais recursos financeiros, sem recorrer aos bancos", explica José Adriano Donzelli, presidente do Conselho Nacional da ABLA. "É uma opção vantajosa, inclusive, para pequenas e médias empresas", completa.
Além de socorrer o caixa da empresa, a terceirização traz competitividade ao negócio, acrescenta o presidente do Conselho da ABLA. "Existe um grande interesse dos gestores em terceirização, conforme verificamos em eventos empresariais em todo o país. Entre os motivos que estão fazendo com que as empresas despertem para a locação estão os ganhos de produtividade e eficiência, a redução da burocracia e a renovação periódica da frota", afirma Donzelli.
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